Rato de Estrada – Vest UFGD 2014

Dia I – Começar a escrever logo, pois já estou começando a esquecer.
Dias depois – O texto esta ficando gigante hahaha Não achei que haviam tantos detalhes a serem escritos, mas estou fazendo isso pela minha memória!
Ultimo dia – Escritor feelings hahaha Agora é só  dar uma revisada e publicar!

No dia 19 de novembro eu e meu pai arrumamos nossas malinhas, apagamos a luz, trancamos a porta e botamos o pé na estrada com destino a Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Subimos no ônibus da Itapemirim às 21:00, e demos início a nossa odisseia.

A (pior parte da) Viagem

Chegamos no ponto de apoio da Itapemirim por volta das 20:00hrs, como estava muito cedo resolvemos ir esperar na pracinha Itapemirim (mesmo nome né), a única coisa de interessante foi uma velhinha pedindo moedas, dei R$1,50 pra ela, mas foi chato ver que ninguém mais na praça ajudou a senhora necessitada.

20:30, voltamos para a Ponto de apoio. Havia um bêbado sentado em uma das poucas cadeiras que havia na área externa do Ponto, ele acende um cigarro fedido e incomoda todos que estavam lá.

Fominha bateu, hora de comer uma maçã. Tira a faca, tira a maçã, começa a descascar. Nisso o bêbado concebe que está com fome e resolve vir, literalmente, tomar uma maçã para si, e a faca também. Já que tolerância é algo que eu tenho de sobra resolvi ceder ambos a ele. Devolvida a faca vou lavá-la. Só depois disso pude comer minha maçãzinha em paz.

Ônibus chega. Embarcamos no maravilhoso Rodonave da Itapemirim, ao achar minha cadeira percebo que há umas cobertas ensacados, reclamo isso ao meu pai e ele diz para o bobinho aqui que aquilo fazia parte da viagem, era a linha executiva.

1º Problema: Como sempre, porque motivo os benditos motoristas deixam o ar condicionado do ônibus no mínimo? Toda viagem interestadual é a mesma coisa, todo mundo tremendo de frio. 17 graus, juro!

Ônibus liga, c’mon baby! Lá vamos nós!
Meia hora depois começa a minha tortura: enjoo¹. Muito enjoo. Estômago embrulhou e fui correndo para o banheiro.
Depois de alguns minutos, lá estou eu novamente Chamando o Raul.
E de novo, e de novo, e de novo. Repete indefinidamente.

Meia-noite, “20 minutos pessoal!” diz o motorista com uma cara irônica, desço do ônibus completamente tonto, mãos formigando, falta de ar, garganta apertando tanto que cheguei a lacrimejar, sensação horrível. Perto de mim alguns caras fumando. Meu pai vai lá e compra um Engov, tomo,  e percebo o ônibus partindo. Motorista fez o favor de convencer meu pai a comprar um Dramin.

Subo no ônibus, sento na cadeira… #PartiuBanheiro! Ainda estava enjoado.
Tomo o Dramin e resolvo sentar no ultimo lugar, ao lado do banheiro, para não correr o risco de… vocês sabem o que. Depois disso fui ao banheiro apenas mais 3 vezes. Apesar do Dramin ter ficado apenas uns 6 minutos na minha barriga foi o suficiente para fazer algum efeito e travar o caminho entre o estômago e boca. É legal saber que eu vou descobrir como ele funciona durante alguma matéria de farmacologia :-D.

Em algum momento da madrugada eu consigo dormir, detalhe que meu pai ficou um bom tempo comigo lá atrás. Dito isso, fim da 1ª parte da viagem!

São Paulo (na ida)

Terminal Tietê, desço do ônibus um pouco tonto ainda, tomo um Engov e fico algum tempo sentado. Melhorei um pouquinho e lá fomos eu e meu pai conhecer um pouco mais a cidade (já havia ido com ele para Sampa em outra oportunidade). Por sorte era feriado e o metro estava vazio. Logo a fome apareceu, e nós procurar um lugar baratinho para comermos, passa em um restaurante, passa em outro, e paramos num restaurantezinho pequeno, era mais um “China” de SP, que coincidentemente já conhecíamos. O apelido do chefe-garçom-gerente era China (não esperaria nenhum diferente), o cara ficava andando de um lado para o outro, tivemos de fazer o pedido duas vezes antes dele nos dar atenção.

Minutos depois: “Qué farofa?! Farofa?!!”, logo de primeira não conseguimos entender o que ele quis dizer com a aquilo, mas aceitamos, e algum tempo depois vêm os pratos: arroz, feijão e frango/picadinho + saladinha básica. Eu não vou entrar no mérito da comida estar boa, afinal eu ainda estava meio enjoado e comi só metade do prato, mas o frango estava mal passado (se é que isso possa ser aplicado a carne de frango).

Depois de comermos passamos pelo Vale do Anhangabaú, onde estava havendo alguns shows em homenagem ao feriado da consciência negra, que não interessaram nem a mim nem ao papai, contudo notamos um certo cheiro de maconha em alguns pontos isolados. Fomos para o Palácio dos Correios (nome imponente não?) onde estava havendo uma exposição de um escritor e uma exposição de artes de outra artista, ambos brazucas, mas cujos nomes já foram surrupiados de minha memória, eu gostei bastante, e ainda deixei meu nome naqueles livros de “quem visitou essa exposição”, eles devem ter alguma importância que eu ainda desconheço.

Continuamos andando por Sampa, olhando para o alto e para os lados, incrível como é uma cidade bem cultural! Demos uma passada no Ponto de leitura Olido, na galeria de mesmo nome, e só.

Fim de tarde e lá vamos nós pegar o trem com destino a Itapevi para pousar na casa do meu irmão, Glauber.  Descemos no ponto de ônibus de e tínhamos que pegar o busão com destino a Nova Cotia, que só passava de duas em duas horas (mas na verdade era hora em hora). Esperamos, esperamos e esperamos. Nada de ônibus, resolvi ir perguntar para o fiscal e o bendito me diz que o ônibus já havia passado a muito tempo e que era nossa culpa tê-lo perdido. Detalhe que éramos três pessoas olhando (pai, eu e uma mulher que lá estava). Depois descobrimos que o busão vinha com destino “Terminal Itapevi”, ia direto para o fim do estacionamento e só lá trocava para Nova Cotia.

Notas: Deixei um barquinho de papel em cima do muro na área externa do Ponto de ônibus, espero que quem o encontrou tenha feito bom proveito.
Tinha um cara passando e pegando só o lacre das latinhas que ele encontrava, bem estranho.

Meia hora adentrando no meio do mato depois, chegamos a casa do mano. Só alegrias. Foi bem legal ver minhas sobrinhas, Sophia e Geovanna, 3 e 1 ano, respectivamente.

Minhas sobrinhas e minha cunhada, um capítulo a parte

Pessoal, como eu tenho sobrinhas maravilhosas! Eu amei elas. Geovanna, com 3 meses de experiência na arte de andar, a toda hora tropeçando e caindo pelos lados. Sophia, toda legalzinha, falando pouco ainda, muito fofa! Você pergunta alguma coisa e a resposta dela é a afirmação da sua pergunta: Eu- Sophia, porque você bagunçou todos os seus sapatos?!  / Ela – Bagunçou os sapatos / Eu-  Sophia, você ta brincando no seu ônibus? / Ela – Ombisu / Eu – Hã?! É ônibus / Ela – Ombru / Eu (pausando para ela repetir) –   Ô–Ni–BUS / Ela (finalmente) – Ônibus!

Eu até sei que não se pode esperar muito de uma criança de 3 anos, mas se ela sabia pronunciar as silabas corretamente certamente também deveria saber falar as palavras corretamente também. Entretanto a situação dela não está tão fácil também, conversei com a mãe dela depois ( é a “Jehhny mãe”, pois também há uma 3ª filha, a “Jehnny filha”) e a mesma me disse que a Sophia estava começando a ter problemas para falar, recentemente havia começado a gaguejar sem motivo algum, pois a/o Fono disse que ela (a Sophia) não tinha problema algum.

A suspeitas da mãe eram para com uma das babás, adolescente, que ficava cuidando sozinha das duas pequenas a tarde inteira, sem nenhuma supervisão. Aparentemente a tal babá estava (e ainda está) tratando mal as crianças, pois, houve uma vez em que a Jehnny Filha chegou mais cedo do Colégio e ouviu a babá dizendo “Por isso você é tão Nojenta! Sophia!”.  Agora imaginem isso sendo repetido de formas diferentes todos os dias (eu estou supondo), acaba por deixar a mente da criança abatida. O resultado disso pode ser birra, xixi na cama constantemente,  a criança pode se fechar, ou no caso da Sophia, começar a gaguejar.

A Jehnny mãe sai de casa para o trabalho antes das 5 da manhã, e só volta após as 20:00 nos dias de semana, é só aí que ela tem tempo de brincar e ter um tempo com as filhas (repito: uma tem 1 ano e a outra 3 anos), quando muito por duas ou três horas no máximo. Durante o dia as pequenas ficam com o pai, a empregada matutina e a empregada vespertina (a provável “carrasca”). O lado bom? As crianças amam o pai e fazem todas as atividades com ele (Se divertir, sair, e etc). O lado ruim? A menor só sabe falar pai e só consegue dormir com ele, a mamãe vem em segundo plano para ela.

Essa para mim foi a parte mais triste da viagem.

Mas eu ainda consegui ver outro lado bom nisso. Qual? Bem, o que eu vi na família do meu irmão é algo contrário ao padrão comum, onde é o pai que trabalha o dia inteiro, e a mãe fica com as crianças, por isso que é normal que nós amemos mais nossas mães, que, quando crianças, ao passar por situações ruins clamamos por elas. Mas o caso do Glauber é a exceção, a bebê aprendeu a falar “Pai” antes de “mamãe” vejam só!

Infelizmente sequer estou próximo (geograficamente) para ajudá-los de alguma forma, mas espero de coração que a situação deles se resolva da melhor forma possível.

Notas: A Sophia pronúncia as palavras no plural corretamente o.O Foi peculiar e incrível ver ela marcando os “S” nos finais das palavras, sempre certinho hehe.
Como vocês devem ter percebido eu adoro crianças, pediatria é uma carreira em potencial para mim.

Voltando ao assunto (São Paulo)

Dormimos na casa do Glauber e saímos pela manhã, daí demos mais uma passeada pela capital (o busão para Campo Grande só saia as 20:30). O principal do dia foi a nossa visita ao Catavento Cultural.

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Caramba, é um lugar bem legal! Várias exposições sobre o espaço (tem um meteoro de verdade lá :3), biomas, evolução, física, química, ótica, e tantos outros. É tanta coisa que não da pra ver tudo num só dia. Gostei bastante, de verdade.

Mais fotos no site do Catavento Cultural  e na galeria do museu no Trip Advisor.

Campo grande, é nóis!

Terminado o passeio por São Paulo lá vamos nós para o Terminal Barra Funda esperar o ônibus da Viação Motta, e logo mais as 21:00 já estávamos na estrada.

A Viagem transcorreu bem e chegamos em Campo Grande por volta do meio dia (não sei exatamente, pois lá o fuso horário é diferente) de Sábado. Saindo da rodoviária encontramos nosso primeiro problema: Qual ônibus pegar para chegar ao bairro da escola onde eu iria fazer a prova? Pergunta aqui, pergunta ali e descobrimos que era o de nº xx.

Uma peculiaridade de Campo Grande é que não há cobradores nos ônibus, em nenhum deles! É tudo por Bilhete Único (chutei o nome), inclusive o motorista não aceita dinheiro, quem não é da cidade tem que comprar cartão-ticket de 1 crédito nos pontinhos de venda.

Descemos no ponto do bairro e a fome bateu de novo, e por coincidência do destino bastou que virássemos a esquina para encontrar um restaurante aberto, e comicamente um restaurante pertencente a asiáticos também, mas desta vez eram japoneses. Comida boa e barata, um PF  gigante por 6,50, ficamos até constrangidos por tamanha quantidade de comida, mas os donos do lugar eram gente boa e ao final até ajudaram meu pai indicando todo o caminho até a escola, passo a passo.

Hotel, onde está você?

Vários hotéis por perto, e já que tínhamos escolha, porque não escolher o mais barato? Afinal não estamos tão bem assim de dinheiro. O resultado dessa licitação foi um hotelzinho de ultima categoria, o mais ruinzinho mesmo, quartinho minúsculo, camas péssimas, quartos vizinhos com hóspedes meio suspeitos, banheiro (compartilhado) numa situação feia (mas limpo), TV antiga no estilo das Telefunken e a cereja do bolo que foi o chuveiro frio.

Arquiteturalmente falando era igual a um puteiro.
Mas o importante é que deu pra dormir, acordar vivo no outro dia e partir para o tão cobiçado vestibular.

A prova

Na boa, eu já fiz vestibulares e ENEM doente, gripadasso, mas não foi tão cansativo quanto essa UFGD. Eu achei que seria ótimo o fato da redação ser no período da manhã e a prova objetiva ser no período da tarde, ledo engano.

O tema da redação foi algo como “A importância da biblioteca na formação de um cidadão critíco” com 5 textos bases, dos quais um era um tirinha de Hagar, o Horrível, onde os personagens tinham ido para a masmorra por não pagar a multa dos livros, sinceramente, eu não consegui achar nenhuma relação entre aquela tirinha e o que era pedido na proposta.

A prova objetiva foi outro sacrilégio, não por causa da dificuldade das questões (era esperado) e sim pelo tamanho delas. Para vocês terem um ideia, a prova começou às 13:00hrs e eu só cheguei na ultima questão por volta das 16:00hrs, para só dai voltar no começo da prova e, como não havia muito tempo, passar as respostas para o gabarito e revisar as que tinha dúvida, que eram muitas. Eram 16:45 quando eu sai, a sala estava cheia (todas as salas, aliás) e a prova terminaria às 17:30. Eu tenho certeza absoluta que ninguém terminou aquela prova sem chutar, por falta de tempo, ao menos uma questão.

Notas: Fiquei indignado por deixarem várias pessoas entrarem com bolsa na sala, e ainda na saída tinha uma garota usando o celular dentro da escola, quem garante que não rolou “mutreta”.
Caso alguém tenha dúvida, sim, meu desempenho nessa prova foi horrível, talvez por incapacidade minha, talvez por estar acostumado com o modelo ENEM de questões.

Terminada a prova, partimos (de baixo de chuva) de volta para a rodoviária e ficamos lá esperando o ônibus chegar. Pessoas indo de um lado para o outro, velhinhos, novinhos, pobrinhos, riquinhos, um casal loiríssimo de turistas Alemães que meu pai havia visto mais cedo perambulando perto do restaurante onde comemos, um trio de bolivianos (estou chutando) e outros quinhentos tipos diferentes. Algo de diferente que aconteceu foi a A sorte ter sorrido para o meu pai e ele ganhar um banho na faixa, num daqueles chuveiros de ficha, quando resolveu abrir o registro, fui tentar a sorte também e o chuveiro resolveu que eu não era digno de me banhar-se nele e simplesmente negou fogo, nesse meio tempo meu pai tinha ido ver o preço da ficha e quase caímos no chão, R$7,50, sim, SETE REAIS por 15 minutos de banho. Preferi ficar sujinho a gastar rios de dinheiro com aqueles avarentos.

Quando o ônibus chegou e a fila se formou, quem diria, o casal Alemão e os Bolivianos também tinham Sampa como destino. Fiquei incomodado a viagem inteira por ainda não saber merrecas de conversação em inglês e poder ajudar os gringos, pois, mesmo com 20 milhões de estudantes de inglês, não se encontra ninguém na rua que fale a língua global. Não vou dizer  o mesmo sobre os bolivianos, pois o que estava sentado a minha frente, assim como eu não tinha tomado banho, só eu fiquei um dia sem ir pro chuveiro e ele aparentava, ou melhor, cheirava ter uns dias a mais do que eu kkkkkk Mas deu para ter uma viagem tranquila ( a base de Dramin, é claro).

São Paulo (a volta)

Nada muito relevante, exceto duas coisas que me deixaram bastante incomodado. A primeira, a cidade inteira está pichada! Para todos os lados que você olha, vê aquela maldita tinta preta enfeando os prédios, casas, monumentos e qualquer parede não seja de cor escura. O que esses doentes mentais com latas na mão tem na cabeça, bem, imagino que a toxicidade da tinta corroa aos poucos o raciocínio deles. Cadê a policia?

A segunda coisa que me perturbou foi o fato de boa parte dos espaços públicos externos estarem sem manutenção e cheios de moradores de rua e drogados.  Uma dezena de pessoas impede outras milhares de ter um espaço de lazer.

Sem mais.

Fomos para o rodoviária a partimos de volta ao Espírito Santo.

Conclusão

Mais de 3600 quilômetros percorridos depois, cá estávamos, eu e meu pai, novamente em Guarapari, chegamos as 6 da manhã e fomos para nossa casinha. Ainda deu tempo de eu dormir um pouco antes de ir para o estágio.

Saldo da viagem: Uma prova mal feita (eu acho, ainda não saíram as notas), vários lugares novos de São pulo conhecidos, mais uma capital conhecida (Campo Grande), experiência em hotelaria barata e um belíssimo trauma (por causa do enjoo) do trecho Guarapari – São Paulo.

 

 

 

 

 

¹Na boa, fiquei P da vida agora, como assim não há mais acento circunflexo em finais EE e OO? Na boa, não precisava mexer nisso, enjôo e leêm são mais efetivos visualmente do que enjoo e leem.

Crédito das imagens:
Prédio do Catavento Cultural e experiência com bolhas, disponíveis em: <http://dikakids.com.br/2013/07/catavento-cultural/>;
Tigre-dentes-de-sabre, disponível em: <http://www.escoladeeducacaoinfantil.com.br/museu-catavento/colegio-pedro-e-rafael-catavento-cultural-educacional-48/>;
Darwin e a evolução, por Bruno Mattos, disponível em: <https://guilhermederrico.wordpress.com/2011/08/11/conheca-os-grandes-pais-da-ciencia-no-catavento/>.
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3 comentários

    1. Foi uma viagem peculiar mesmo, me traumatizou por causa do enjoo mas também foi incrível ter conhecido lugares novos e pessoas maravilhosas.

      Sobre a decisão (final de semestre na facul atual não estava me deixando escrever), bem, está sendo mais complicado, meu pai, o cara que plantou a sementinha da medicina na minha cabeça, está dizendo para eu fazer mais 6 meses do curso atual e só em julho do ano que vem trancar a matrícula e me dedicar a medicina.

      Mas vai ser complicado porque eu já sei que graduação + estágio + “estudar para medicina” não dá certo, ao menos pra mim.

      Mas eu ainda tenho alguns dias para pensar nisso.

      Beijos pra ti também, mais tarde vou ir lá no teu blog, espero ser surpreendido hein!

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